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maio #23

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Pinacoteca do Estado

Pça. da Luz, 2 | Centro
São Paulo, SP
11 3229.9844

De terça a domingo, das 10h às 18h

 

 

 

Galeria Millan

R. Fradique Coutinho, 1360, V. Madalena
São Paulo, SP
11 3031.6007

Sábado. das, 11h às 15h
Até 2/6

porco empalhado

Fonte: O Estado de São Paulo | 01/06/2007

 

O que é melhor, porco com recheio de palha e restos de jornal ou porco com recheio de poliuretano? Bem, se o destino do animal é ser exposto em uma sala de museu, a segunda opção é mais adequada, diz quem entende do assunto. Foi essa a transformação que sofreu o porco empalhado de Nelson Leirner, que volta - restaurado - à exposição permanente da Pinacoteca, depois de uma turnê de um ano por museus da Europa e dos Estados Unidos.

A peça, que polemizou o Salão de Arte Contemporânea de Brasília, em 1967, ao questionar se um porco poderia ser aceito como obra de arte, teve sua condição de ‘empalhada’ adaptada às técnicas mais modernas da taxidermia. Propor um porco empalhado a um salão de arte é introduzir uma dupla e única hipótese de erro. Ou um júri de salão oficial não entende de arte e aceita um porco, ou não entende de arte e recusa uma obra de arte pensando que ela é um porco. A proposição de Leirner não permite qualquer possibilidade de sair dessa situação paradoxal.

“Não usamos mais a palha no preenchimento dos animais. Além de ser um material mole, que deforma a pele com o tempo, ele está sujeito a sofrer ataques de insetos”, diz o taxidermista Luiz Antunes, requisitado por nove entre dez artistas que usam animais empalhados (ops, taxidermizados) em suas obras (leia abaixo). “O poliuretano protege mais a pele.” Encarregado do restauro do porco de Leirner, ele diz que o animal estava em boas condições.

“Mas se o artista permitir, faço uma segunda intervenção. Primeiro, para deixar o olho mais parecido com o de um mamífero. E depois para limpar a pele”, diz. “A gordura oxidada fez ele perder coloração.”

Sem palha nem jornal...

Se Luiz Antunes precisou conter seu perfeccionismo com o porco de Leirner, pôde fazer o que quis no faisão que preparou para ‘Cerco’, obra da individual de Tatiana Blass. Para dar a ilusão de que o pássaro foi caçado alçando vôo, conservou o animal na posição correta, em um freezer. O trabalho pode ser visto na Galeria Millan até amanhã (2).

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Foto:Christian Cravo

Espaço oPHicina

R. Aspicuelta, 329
V. Madalena | São Paulo, SP
11 3813.9712

De segunda a sexta, das 9h às 18h
Sábados, das 11h às 15h
Até 28/7

Dois Cravos

Pela primeira vez, as obras de Mario Cravo Neto e Christian Cravo, respectivamente, pai e filho, serão expostas juntas, como parte do 8º Mês Internacional da Fotografia de São Paulo, na mostra Dois Cravos, que será aberta para convidados, nesta quarta-feira, 30, no Espaço Ophicina, em São Paulo.

Serão exibidas seis fotos coloridas de Mario Cravo Neto, originais do livro “Laróyè” (Áries Editora); quatro no tamanho 50 x 75 cm e duas com 70 x 100 cm. Enquanto que Christian Cravo levará cinco obras em formato 70 x 100 cm, em papel fibra preto-e-branco. Sobre as cenas que estarão em cartaz, o pesquisador e crítico de fotografia, Rubens Fernandes Junior, afirma que são “imagens distintas e distantes, que se ligam pela presença do homem e sua conectividade com divindades superiores; que estabelecem seus diálogos pela forte insinuação religiosa; que se tornam unas pela evidência da fé”.

“Com a exposição conseguimos ilustrar, na prática, o conceito de montagem Fine-art e de caráter museológico, seguindo também uma tendência contemporânea de mostras de grande peso em espaços intimistas”, diz Lucrecia Couso, que assina a curadoria da exposição com Rebeca Novaes. A mostra também é motivada pela comemoração de 11 anos do espaço.

 

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Sumaré - Alice Brill

MAB - FAAP

R. Alagoas, 903
Higienópolis | São Paulo, SP
11 3662.7198

 

De terça a sexta, das 10h às 20h
Sábados e domingos, das 13h ás 17h
De 2/6 a 15/7

Alice Brill

Nesta retrospectiva de Alice Brill, artista alemã naturalizada brasileira, o Museu de Arte Brasileira apresenta um vasto painel da sua trajetória, em cerca de 120 obras. Além de fotografias - seus trabalhos mais conhecidos -, há também gravuras e pinturas - algumas recentes. ‘Alicerces da Forma’ é dividida em quatro núcleos e traz fotos inéditas do 4º Centenário de São Paulo (1954).

Filha do artista plástico alemão Erich Brill, morto prematuramente em campo de concentração na 2.ª Guerra Mundial, e da jornalista Marte Brill, autora do livro "Schmelztiegel", sobre a saga que a trouxe ao Brasil - tardiamente publicado na Alemanha em 2002 -, Alice migrou para nosso país em 1934 com sua mãe, aos 13 anos, para escapar do nazismo.

Decidida a abraçar o ofício paterno, já em 1940 passou a freqüentar o Grupo Santa Helena. Em seguida, com bolsa de estudos, cursou desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia, história da arte, literatura e filosofia nos EUA. Entre seus mestres no Brasil, estão Paulo Rossi Ozir e Aldo Bonadei, do Santa Helena, Yolanda Mohaly, Poty e Hansen Bahia. Sua longa carreira resultou em mais de cem exposições individuais e coletivas (como a I Bienal de São Paulo em 1949) no Brasil e Exterior. E mais de 10 importantes prêmios.

 

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Desenho Anônimo

Instituto Porto Seguro
Casa Campos Elísios Melhor

R. Barão de Campinas, 669
Campos Elísios | São Paulo, SP
11 3337.5880

De terça a domingo, das 10h às 18h
De 5/6 a 22/7

Edith Derdyk - Prêmio Porto Seguro Fotografia 2007

Para marcar o início das inscrições, que vão de 05 de junho a 22 de julho, a instalação Partitura, de Edith Derdyk, será aberta dia 04 de junho no Instituto Porto Seguro – Casa Campos Elíseos Melhor. Esta edição quer dar incentivo à pesquisa e produção fotográfica brasileira.

No período de 5 de junho a 22 de julho estarão abertas as inscrições para a 7a edição do PRÊMIO PORTO SEGURO FOTOGRAFIA. Paisagem transitória, tema da edição 2007, quer estimular registros da “intervenção do cidadão no meio ambiente e vice-versa” conforme diz o curador da edição, o fotógrafo Eder Chiodetto.

Disputado por consagrados profissionais, e considerada a mais importante seleção brasileira, o Prêmio Porto Seguro Fotografia, criado em 2001, é aberto a qualquer fotógrafo, brasileiro ou residente no Brasil. Com aumento de cerca de 20%, vai distribuir prêmios que variam de R$ 8 mil a R$ 30 mil reais. Outra novidade é a verba para a execução dos trabalhos, que pode chegar a R$ 1 mil por selecionado, estimulando a produção da pesquisa fotográfica.

O Prêmio tem recebido uma média de 1200 inscrições por ano, vindas de todo Brasil, e a expectativa é manter esse número na edição atual. A maior parte das inscrições vem de São Paulo. Em 2006, Rio de Janeiro e Minas Gerais registraram uma quantidade de inscritos muito maior do que nos anos anteriores.

A instalação de Edith Derdyk é composta de dois conjuntos de trabalhos. No primeiro, com o mesmo nome da instalação, 125 imagens de 30 por 20 centímetros formam uma seqüência, criando uma linha de 25 metros na parede. São fotos de livros, de lombadas e páginas colocadas, lado a lado, com diferenças mínimas entre si, que estimulam o movimento deslizante do olhar, com ritmo, numa espécie de escritura visual.

O segundo conjunto, de quatro fotos ampliadas, de frestas e ângulos deslocados de pilhas de papel em branco, forma “paisagens”, segundo a artista e se contrapõe às imagens fragmentadas da outra parede. “Pelo fato de serem fotos em preto e branco, carregam uma espécie de luminosidade matutina, com um significado poético admirável”.

 

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garrafas com rolha

Gabinete de Arte
Raquel Arnaud

R. Arthur de Azevedo, 401
Pinheiros | São Paulo, SP
11 3083.6322

De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábados, das 11h às 15h
Até 30/6

Waltercio Caldas

Em homenagem à participação do escultor brasileiro na 52ª Bienal de Veneza, o Gabinete de Arte Raquel Arnaud expõe quatro de suas obras. São dois desenhos inéditos,uma escultura e o conjunto de quatro serigrafias ‘Duas Portas’.

"Quando a gente trabalha com o ar, a idéia é ter a mesma quantidade de ausência e presença. As duas coisas têm que dialogar".

A frase é do próprio Waltercio Caldas, que trabalha com materiais variados, como aço, granito, acrílico e peles, mas costuma dizer que sua obra é uma ausência de escultura.

De fato, seus objetos transmitem as sensações do som e do silêncio, do quente e do frio, por isso eles não devem ser contemplados. A melhor maneira de apreciá-los é com olhares rápidos e repetidos. O artista não reivindica nenhuma influência específica. Ele diz que sua obra nasceu da boa música e da boa arquitetura que marcaram época no Brasil.

Sobre a divulgação das artes plásticas brasileiras no exterior, Caldas tem uma opinião, a seu modo, otimista: "éramos desconhecidos. Agora temos a chance de ser mal compreendidos".

 

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Meyer Filho

Universidade Brasileira
no Second Life

Por falar em cursos, você sabia que a a Universidade Anhembi Morumbi foi a primeira universidade brasileira a ter um campus no Second Life?

 

Para saber mais, visite:

www.anhembi.br/secondlife/

Cursos

ESPM - CURSO DE FÉRIAS | JULHO, 2007

Já estão abertas as inscrições para os mais de 70 cursos de curta duração da ESPM. Os cursos são das áreas de marketing, comunicação, criatividade, design, propaganda e administração. Os cursos foram elaborados para atender estudantes e, principalmente, profissionais em atuação que sentem a necessidade de se manter atualizados sobre as mais variadas tendências e oportunidades de um mercado cada vez mais competitivo.

Informações e inscrições: www.espm.br

 

ESTRATÉGIAS E INICIATIVAS EM WEB 2.0

A Web 2.0 vai muito além das manchetes dos veículos especializados, ou de uma “grife” para algum tipo de serviço prestado na internet. Significa uma nova maneira de se fazer negócios, onde o usuário está no centro do fluxo de informações. Apesar de todas as discussões, ainda não se conseguiu chegar a um modelo definitivo de negócios. Mas já existem iniciativas bem sucedidas, que podem mostrar um caminho seguro para os investimentos. Esta oficina da JumpEducation tentará mostrar quais são estes caminhos, abrindo um campo de discussão para profissionais e empresas de web.

Informações: www.jumpeventos.com.br

 

UNINDUS | CURSO DE EXTENSÃO

Ligar o tecnicamente possível ao ecologicamente necessário. Essa definição teórica do ecodesign é a linha mestra do Programa de Formação em Ecodesign, lançado pela Universidade da Indústria (Unindus). O curso inicia em 29 de junho. As inscrições já estão abertas e vão até o dia 22. O curso de extensão é voltado para gestores e líderes de produção, consultores industriais e comerciais, profissionais graduados nas áreas de design, engenharia, arquitetura, gestão ambiental, economia, comunicação, marketing, entre outras.

Informações: www.unindus.org.br