ExpaSSos
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Caixa Cultural Rio
Av. Chile, 230, Anexo | Centro
Rio de Janeiro, RJ
21 2262.5483
De terça a sexta, das 10h às 18h
Sábados e domingos, das 11h às 15h
De 25/5 a 1/7
No dia 14 de junho, Andreas Valentin fará palestra na Caixa Cultural, às 19 h, seguida de uma visita guiada pela mostra.
Cada um tem uma forma peculiar de ver o mundo e captá-lo em imagens. As reflexões sobre o tempo e o espaço congelados pela câmera formam a base da exposição “ExpaSSos”, do fotógrafo Andreas Valentin, que entra em cartaz a partir de 25 de maio, na Caixa Cultural Rio. A mostra, composta por 25 fotografias, faz parte da programação do FOTORIO 2007. A entrada é franca.
As fotografias (no formato de 100 x 70 cm) capturam momentos de passos de pessoas desconhecidas que, pisando no asfalto, nas calçadas, no chão de pedra, subindo e descendo escadas, deixam registrados seus rastros apressados e fugazes. Dos passos dos caminhantes restam apenas vestígios, sombras do tempo e fantasmas de luz.
Este exercício de olhar e reflexão foi possibilitado pela fotografia digital. Na infinita repetição, o fotógrafo se abre para a experimentação, ousando e radicalizando em busca de universos que, na fotografia analógica, talvez não se tornassem tão visíveis. As imagens, assim capturadas num átimo, são ao mesmo tempo efêmeras e permanentes.
Andreas Valentin
Fotógrafo há mais de 30 anos, designer gráfico e historiador da arte, Valentin foi aluno de Hélio Oiticica e assistente de direção do filme Fitzcarraldo, do alemão Werner Herzog. Viveu 15 anos na Amazônia registrando o cotidiano da floresta e seu entorno. Com esta extensa bagagem, publicou três livros sobre o Festival Folclórico de Parintins.
Galeria Gravura Brasileira
R. Fradique Coutinho, 953
V. Madalena | São Paulo, SP
11 3097.0301
De segunda a sexta, das 10h às 18h
Sábados, das 11h às 14h
Até 31/5
03 Artistas Holandeses
Termina dia 31/5 a exposição "03 ARTISTAS HOLANDESES", que mostra obras de três artistas holandeses selecionados por Paul Donker Duyvis. Paul participou de um workshop em Belém do Pará em 2006 e conhece a fundo o Brasil. Ele trabalha com as diferenças culturais e a interpretação de diferentes culturas. Seu trabalho procura unir a sensibilidade oriental aos conceitos de imagem ocidentais.
Paul expõe xilogravuras feitas em Belém da série "Explícito - Implícito". Eric van de Geer trabalha com impressões serigráficas sobre imagens fotográficas e fotocópias, transformando-as e criando uma atmosfera de estranhamento e perturbação. Guido Winkler trabalha com as diferenças entre o espaço físico e o visual. Suas fotografias e pinturas falam da realidade, da percepção, da interpretação, da dúvida, do conhecimento e da falta dele. O seu trabalho sempre é relacionado com o espaço.
Os três artistas são ligados à Vrije Academie Den Haag. Esta exposição é resultado da exposição e workshop realizados pelos artistas brasileiros Armando Sobral e Ernesto Bonato na Vrije Academie em 2005.
Informações e Inscrições
somente no site do evento
12º Encontro de Web Design
Foi dada a largada para a maratona das atividades do 12º Encontro de Web Design. O evento, que teve início em 19/5, no Rio de Janeiro, ocorrerá em mais sete cidades do Brasil até o mês de dezembro. A programação é voltada para designers, programadores, jornalistas, publicitários, empresários, estudantes e quem trabalha ou se interessa por web.
Hoje, considerado o maior evento da área, o Encontro tornou-se uma referência, e reúne anualmente quase dois mil profissionais com o objetivo de trocar informações sobre o potencial da internet e a importância do design neste meio.
O Calendário previsto é:
• 16 de Junho - Recife
• 14 de Julho - Belo Horizonte
• 18 de Agosto - Brasília
• 15 de Setembro - Curitiba
• 20 de Outubro - Salvador
• 10 de Novembro - Porto Alegre
• 08 de Dezembro - São Paulo
Este ano, uma das principais discussões será Web 2.0 e as novas fronteiras do mercado. Michel Lent Schwartzman é publicitário, diretor geral da agência 10'Minutos Interactive. Premiado em festivais internacionais, atua no mercado de internet há mais de 10 anos e falará nas oito cidades do evento sobre WebDesign 2.0, as novas fronteiras do mercado.
Outro assunto abordado será publicidade online com Suzana Apelbaum. Ela tem 9 anos de experiência em mídias interativas e realizou trabalhos para clientes como Coca-Cola, Fiat, MSN e Unilever. Participará nas cidades de Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo.
Haverá ainda, um bate-papo com André Matarazzo, sócio-diretor da Gringo.nu, que trabalhou em países como Canadá, Holanda, Suécia e Japão. É o autor dos sites Xururu.org e dos premiados: Laramara e Daddy e participará nas cidades de Recife, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Salvador. Em cada cidade, o Encontro de Web Design também contará com a participação de palestrantes locais, escolhidos entre os que mais se destacam no mercado.
Museu da Casa Brasileira
Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.705
Bela Vista | São Paulo, SP
11 3032.3727
De terça a domingo, das 10h às 18h
Até 8/7
Desenho Anônimo
A mostra "Desenho Anônimo" apresenta uma formidável e singular coleção de peças feitas por artesãos das imigrações italiana e alemã, desde 1824 até o início do século 20. Colecionados e catalogados ao longo de três décadas, cerca de 500 objetos do cotidiano e 75 fotografias pertencentes à Coleção Azevedo Moura formam um extenso painel da saga da colonização nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Pode-se vislumbrar a inserção dos imigrantes no contexto do universo da casa e do trabalho, da sobrevivência individual, da vivência e da conquista, da abastança e do reconhecimento na comunidade local.
Com curadoria do arquiteto Calito de Azevedo Moura e do artista plástico Alfredo Aquino, os objetos foram criteriosamente selecionados entre 3.500 peças originais. Estarão em exibição portas decoradas de casa, utensílios domésticos, mobiliário, ferramentas, potes, vidros, recipientes de armazenagem, utilitários de marcenaria, de cultivo, objetos de uso pessoal, adornos, singelos quadrinhos de mensagens éticas e religiosas, além de brinquedos. As fotografias de época e cartões postais também foram selecionados do acervo da Coleção Azevedo Moura, que conta com mais de 750 imagens, antigas de quase um século.
“Grande parte das peças foram feitas pelos imigrantes, mostrando o desenvolvimento de um Desenho (design) Anônimo, criativo, espontâneo e baseado no bom senso”, diz Calito de Azevedo Moutra. Para Alfredo Aquino “os objetos desenhados e executados (em madeira, ferro, ligas de metais, cerâmica e porcelana) são os vestígios e os documentos materiais de uma saga na qual os protagonistas anônimos modificaram a trajetória de seus destinos e nos legaram a beleza de suas pequenas peças, singelas potencializadoras de esforços coletivos, em que não está ausente a força de suas individualidades criativas”.
Os curadores destacam uma das peças que representam na mostra este desenho anônimo e de encantos singulares: um espremedor de frutas cítricas, feito de maneira rústica, em madeira. O propósito de sua utilização não poderia ser visualmente mais claro. No espremedor existe uma manivela, um eixo, uma ponta esculpida para a extração do suco, uma canaleta, uma base com reforço de travessas. “No entanto, este objeto é capaz de nos surpreender por sua forma criativa, de captar a nossa admiração e de nos fazer esboçar um sorriso ao observá-lo”, observam Calito de Azevedo Moura e Alfredo Aquino.
O projeto de montagem é das arquitetas e designers gaúchas Ana Luisa Cuervo Lo Pumo, a Lui, e Maria Cristina C. de Azevedo Moura, a Tina, que já foram vencedoras em várias edições do Prêmio Design Museu da Casa Brasileira. Elas criaram uma cenografia com a divisão das peças em grupos temáticos, como portas, utensílios domésticos, mobiliário, recipientes, ferramentas, brinquedos e adornos, confeccionados em diferentes materiais (madeira, ferro, cerâmica, vidro e metal esmaltado). O programa musical da exposição contará com temas de época dos imigrantes alemães e italianos, selecionados por Rubem Prates, responsável pela música erudita na Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular
Rua do Catete, 179 | Catete
Rio de Janeiro, RJ
21 2285.0441
De terça a sexta, das 11h às 18h
Sáb., dom. e feriados, das 15h às 18h
Até 24/6
Festa e Artesanato em Terras do Espírito Santo
A mostra "Festa e Artesanato em Terras do Espírito Santo", no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular (RJ), traz objetos de celebrações populares tradicionais capixabas, marcadas pelos rituais católicos oriundos da religiosidade popular. Nelas, os devotos ditam as formas das celebrações. Parte destas peças estarão à venda no local.
Os visitantes encontrarão máscaras, indumentárias, estandartes e instrumentos musicais que expressam a criatividade de indivíduos e comunidades envolvidos nas festas. Destacam-se as que homenageiam São Benedito e os Santos Reis realizadas pelas bandas de congos, conhecidos localmente como ticumbi, e pelas Folias de Reis e Reis-de-Boi. A mostra fica na Sala do Artista Popular até o dia 24 de junho de 2007.
Festa e artesanato em terras do Espírito Santo foi organizada pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular e pela Comissão Espírito-santense de Folclore, com o apoio das Secretarias de Estado da Cultura e da Educação, da Prefeitura Municipal de Muqui, da Fundação José Pelúcio Ferreira e do Solar de Santa.
Galeria Municipal de Arte
Pedro Paulo Vecchietti
e Memorial Meyer Filho
Pça. 15 de Novembro, 180 | Centro
Florianópolis, SC
48 3228.6821
De segunda a sexta, das 13h às 19h
Até 15/6
"Meyer Filho, um Modernista Saído da Lira"
Os visitantes da exposição “Meyer Filho, um Modernista Saído da Lira” serão conduzidos por uma instalação que simula uma caverna marciana. O planeta vermelho foi visitado imaginariamente inúmeras vezes pelo artista, que se dizia um abduzido por seus habitantes. Marqueteiro de sua própria imaginação criativa e considerado louco por muitos em Florianópolis, Meyer ganhou a eternidade com uma obra que sempre suscita novos olhares. Na mostra que abriu este mês na Capital Catarinense, estão sendo divulgados três novos estudos que o conduzem a uma esfera ainda mais universal.
Com o habitual rótulo limitante de pintor dos galos ou retratista do universo ilhéu, Meyer é alçado como um modernista de uma gramática particular e com uma obra com referência e significações que extrapolam o conceito de mito e magia. A fauna de Meyer, habitada por peixes voadores, aves estranhas, centauros, sereias, crocodilos, caracóis, rinocerontes, centauros e animais híbridos – corpo de cavalo, cabeça de galo –, seres estranhos e não identificáveis, multicoloridos, são tema das 35 telas presentes na exposição.
As obras da mostra são a base dos três estudos que estão sendo publicados em catálogo. O texto “Meyer Filho, um Modernista Saído da Lira”, que dá nome à exposição, é assinado por Rosângela Cherem e Lígia Czesnat; “Parasitagem de Meyer Filho” é um artigo que une as reflexões de Rosângela e Rachel Reis; por fim, “Montagens, Derivações e Latência no Microcosmos de Meyer Filho” expõe o pensamento de Kamilla Nunes. As autoras dos textos são também curadoras da exposição.